quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Especialistas falam sobre a influência da mídia na vida das crianças

A mídia oferece informações que muitas vezes pode impor valores não compatíveis com os princípios da família



Uma história que tem mexido com as emoções das pessoas, é o caso em que o adolescente Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de matar alguns dos familiares, inclusive seus pais, e que também cometeu suicídio na sequência. O fato ocorreu no ano de 2013, em São Paulo.
O menino utilizava em uma rede social a imagem do protagonista da série de videogames chamada Assassin’sCreed. No jogo, que se passa durante o Renascimento, o personagem faz parte de uma seita de assassinos e pretende vingar a morte de seus familiares.
Para Igor Cicarini, que já chegou a desenhar o Homem Aranha para “Marvel Comics” e que, hoje, viaja pelo Brasil para palestrar sobre os impactos da mídia, crianças e adolescentes têm sido constantemente influenciados por ela. “O público infantil, inserido neste mundo globalizado, vem sendo bombardeado por milhares de informações e tendo acesso a muitos personagens de variados estilos e valores, que de certa forma exercem uma influência sobre ele, que os pais não conseguem mensurar. E, casos como este, ocorrido em São Paulo, vêm confirmar o quanto é necessário que os pais estejam em estado de alerta; instruindo os filhos sobre o que convém ou não que eles tenham acesso”, destacou.
E para o pastor Washington de Sá, do Ministério Salve sua Família, (...) “se os filhos não são ensinados na primeira infância de forma perseverante e paciente no caminho direito, certamente formarão maus hábitos, e estes se desenvolverão ao longo de sua vida. A cada ano que passa, os pais têm se ausentado mais de suas responsabilidades no cuidado diário do ensino. O ensino que deveria ser passado de pai para filho, de geração a geração, hoje, tem sido substituído pelo ensino da TV, da internet, das músicas, do vídeo game entre outros. O tempo que nossas crianças passam hoje em frente da TV aponta para um caos social desta geração, num futuro próximo, em que os pais colherão os frutos da negligência, ausência e permissividade”, alertou.
O pastor também ressalta que o comportamento de uma criança é baseado no meio em que ela é exposta, ou seja, ela imitará gestos de pessoas com as quais convive. Se a televisão também faz parte desse meio social, ela começará a reproduzir o comportamento das pessoas da televisão (...).
Em busca de notícias recentes sobre o caso do menino Marcelo, encontra-se que ainda não se obteve respostas, não se sabe ao certo se foi realmente Marcelo (13 anos) quem matou os pais e se suicidou em seguida. A chacina aconteceu no ano de 2013 e, agora a juíza a frente do caso pode determinar reabertura das investigações.


Milena Caroline Monteiro
Olá a todos os nossos visitantes, hoje indicamos à vocês que assistam o vídeo do YouTube que se chama : As mídias na educação infantil uma proposta de trabalho organizada em cantos. Esse vídeo é muito interessante, mostra como é importante introduzir os diferentes tipos de mídias em sala de aula, e como isso faz com que as crianças tenham interesse em aprender.  Vamos assistir?
Texto de Jessica De Fátima Dias

Atividade Proposta pelo Vídeo

Depois de assistir o vídeo sugerimos, que cada um escolha a mídia (jornal. radio, fotos, vídeos, blog, entrevistas) que mais gostaria de trabalhar e imagine como seria realizar, deixe um comentário na postagem sobre sua escolha.  

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O uso da tecnologia e da linguagem midiática na Educação Infantil

      Material desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação do Estado de São paulo, aborda o contexto das mídias no âmbito escolar, principalmente na Educação Infantil, material bastante completo e que certamente será interessante para vocês.

Ao contrário,as cem existem.
                                          Loris Malaguzzi
“A criança é feita de cem.
A criança tem cem mãos
cem pensamentos
cem modos de pensar
de jogar e de falar.
Cem sempre cem
modos de escutar
as maravilhas de amar.
Cem alegrias para cantar e compreender.
Cem mundos para descobrir.
Cem mundos para inventar.
Cem mundos para sonhar.
A criança tem cem linguagens
(e depois cem cem cem)
mas roubaram-lhe noventa e nove. [...]

Este foi um trecho retirado do material, se você gostou e deseja saber mais, acesse o seguinte link: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Portals/1/Files/17138.pdf

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. O uso da tecnologia e da linguagem  midiática na Educação Infantil, São Paulo, 2015.

Postado por: Gisele Oliveira

TEXTO: As crianças e a mídia: uma abordagem sob a ótica dos estudos culturais 1 - David Buckingham

RESUMO
Ao desafiar a psicologia tradicional e a pesquisa sobre os efeitos da mídia, o texto propõe uma abordagem para estudo das correlações das crianças com a mídia, com foco na televisão, retomando a abordagem dos Estudos Culturais, embora as pesquisas do Centro de Birmingham não tenham se dedicado a essa faixa etária. O trabalho utiliza o modelo de circuito cultural, refuta a visão de significado como algo que a mídia distribui a públicos passivos e afirma que o público é ativo, mas atua sob condições que não são de sua própria escolha. No caso das crianças, suas relações com a mídia são estruturadas e restringidas por discursos e instituições sociais mais amplos, que procuram definir a infância de determinadas formas.
Palavras-chave: Estudos Culturais, crianças, televisão, circuito cultural, significados

Gostou? Quer saber mais?

Postado por: Gisele Oliveira

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Livro: Crescer na era das mídias eletrônicas

David Buckingham

Indico a leitura do livro do David Buckingham, pois apresenta um panorama das mudanças recentes tanto no mundo infantil quanto no ambiente das mídias. Refuta o simplismo do pânico moralista diante das influências negativas das mídias, assim como o otimismo exagerado sobre a "geração eletrônica".
 
Descrição do livro:
Qual será o destino da infância no século XXI? Será que as crianças viverão cada vez mais 'infâncias midiáticas', dominadas pela tela eletrônica? Será que seu crescente acesso ás mídias adultas vai ajudar a abolir as diferenças entre infância e maturidade? Ou será que o advento das novas mídias aumentará ainda mais o fosso entre as gerações?
David Buckingham apresenta um panorama das mudanças recentes tanto no mundo infantil quanto no ambiente das mídias.
Refuta o simplismo do pânico moralista diante das influências negativas das mídias, assim como o otimismo exagerado sobre a 'geração eletrônica'. Aponta os desafios suscitados pela proliferação das novas tecnologias, pela privatização das mídias e do espaço público e pela polarização entre os que têm e os que não têm acesso às mídias. E argumenta que as crianças não podem mais ser excluídas ou protegidas do mundo adulto da violência, do comércio e da política, e que são necessárias novas estratégias para proteger seus direitos como consumidoras e cidadãs.
 
 

 
 
PAUANE CAROLINE HEIDMANN
 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016


Televisão no Cotidiano



Nos dias de hoje não a dúvidas de que os meios de comunicação e mídia entram no nosso dia a dia. A crianças ficam cerca de três horas ou mais assistindo TV acessando a internet, jogos de videogame, telefone móvel, etc. diante dessa realidade vemos que não temos como ignorar ou proibir, mas sim encarar e dar importância a esta realidade e aprender a trabalhar na sala de aula, em casa, todos os dias com as mídias.
A televisão está praticamente em todas as casas e exerce grande influência na sociedade, por isso mesmo é necessário o uso saudável atento principalmente quando assistido por crianças. Na infância a criança deve assistir uma programação adequada para sua idade, (sendo que os programas de TV já informam a faixa etária adequada para a programação) e desligar quando não interessar para não gerar um vício, é também de grande importância que os pais supervisionem o que é assistido por seus filhos.

Assistir TV pode ensinar, divertir, ser um momento de lazer ou incentivar a fazer outras atividades, por isso o uso da TV deve ser supervisionado para que a criança não assista programas violentos ou de ação, etc com recorrência, pois exercera má influência banalizando e legitimando essas ações no cotidiano.
 
Um fato importante a se destacar é a existência de diversos canais já apresentam linguagem de sinais, proporcionam uma interação com a pessoa surda. Outro fato que deve ser levado em consideração é de que a TV não deve ser utilizada como babá, recompensa ou castigo, não deve ser protagonista no contexto familiar ou projeto educativo. Podemos finalizar dizendo que a televisão deve ser encara como um ótimo meio de interação social, porem deve ser utilizado de maneira controlada para não se tornar um vício para a criança.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Você pode encontrar mais material no site: http://www.lasics.uminho.pt/edumedia/?page_id=69
 
 
 
 PAUANE CAROLINE HEIDMANN
 
 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

     Olá pessoal, para dar inicio a nossa temática, gostaríamos que vocês assistissem ao seguinte vídeo, que serve como uma introdução ao assunto abordado pelo nosso grupo, tratasse de uma reportagem que aponta os principais reflexos causados nas crianças com relação as informações midiáticas, como a violência, e a sexualidade, ambos mostrados diariamente a nossas crianças pela mídia, e aborda o papel da escola e da família para reverter esta realidade.






Postado por: Gisele Oliveira